EITAAAAA.... O bicho vai pegar!!

Styvenson retorna às ruas: “Vou trabalhar para proteger Natal dessa praga chamada bandido”

Diante da atual crise no sistema prisional do Estado, trazer o capitão Styvenson ao policiamento ostensivo foi, sem dúvida, uma decisão sensata do Comando Geral da PM.

Styvenson ‘O retorno’

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

Felicíssimo! Pelo menos é assim que afirma estar o capitão PM Styvenson Valentim, após ser anunciado nesta terça-feira, no Boletim Interno da corporação, como o novo comandante da 1ª Companhia do 9°BPM, na zona Oeste de Natal. Na nova função, ele promete  jogar mais duro do que nunca contra a criminalidade nas ruas. O oficial ficou conhecido como o ‘Xerife da Lei Seca’, por ser implacável e incorruptível no cumprimento do dever.

Para ele, a oportunidade de comandar novamente uma equipe está sendo encarada como grande desafio que trará resultados positivos à sociedade. “A Companhia é composta por um efetivo tático-operacional muito bom. Juntos, iremos desempenhar um trabalho permanente de saturação no enfrentamento ao tráfico de drogas, desmanche de veículos, assaltos, arrombamentos e vários outros crimes. Sem dúvida, levaremos mais paz e segurança aos moradores e comerciantes da Cidade da Esperança, Planalto, Felipe Camarão, Guarapes, entre outras localidades da região”, observou.

Diante da crise no sistema prisional do Estado, Styvenson lamentou o atual cenário de guerra e destruição causado pelas facções rivais que atuam dentro e fora dos presídios. Ele garante trabalhar, incansavelmente, no policiamento ostensivo, de forma a inibir e coibir a bandidagem nas ruas. “Fui treinado mesmo na operacionalidade. O que mais sei fazer na polícia é combater o crime e preservar a ordem pública. É a melhor forma que vejo em ajudar cidadãos de bem. Agiremos dentro da legalidade, respeitando sempre os direitos do cidadão. Vou, portanto, fazer o que sei e gosto na PM”.

Desde o final de maio passado, o capitão foi afastado das fiscalizações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), após críticas dirigidas a policiais civis. Tal ‘animosidade’ causou-lhe uma espécie de ‘punição’: sair das ruas e trabalhar no Quartel do Comando Geral da PM, onde ficou exercendo durante todos esses meses, o cargo de chefe do Centro de Formação e Aperfeiçoamento da Polícia Militar.  “Esse tempo que passei no administrativo foi essencial para refletir os erros e acertos. Hoje, creio estar mais ponderado nas minhas colocações e vou honrar o compromisso de comandar essa Companhia”.

Fonte de informações e imagem – http://agorarn.com.br Reprodução R9NOTICIA

SEGUE OUTROS MOMENTOS DA AGENDA DO PREFEITO MAURICIO CAETANO

Em João Câmara – Prefeito Maurício Caetano, visita na manhã desta terça-feira (17), a unidade de saúde do Amarelão

Agenda do Prefeito Mauricio Caetano

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

AGENDA I– O Prefeito Maurício Caetano (DEM), visitou na manhã desta Terça-Feira (17), a Unidade de Saúde da comunidade do Amarelão. O Prefeito, anda cumprindo a sua agenda visitando as repartições públicas municipais.

Já está sendo uma marca da sua gestão, o contato direto com a população. Bem como, um olhar presencial e próximo do cotidiano nas repartições. 

Fonte de informações e imagem – http://www.blogdojadson.com.brReproduçãoR9NOTICIA

LEIA TAMBÉM – PREFEITO MAURICIO CAETANO DESPACHA COM VICE-PREFEITO HOLDERLIN SILVA

AGENDA IIO prefeito de João Câmara Mauricio Caetano recebeu na manhã de hoje(16) o vice-prefeito Holderlin Silva, na oportunidade foi discutido sobre as ações dos primeiros 15 dias do governo e o planejamento para várias ações que acontecerão nos próximos dias em várias áreas do município.

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LEIA TAMBÉM – QUEBRANDO O BANCO - PREFEITO MAURÍCIO ENCAMINHA SERVIDORES OCIOSOS PARA SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES

AGENDA IIIServidores lotados na Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Transportes que eram obrigados a passarem o horário de expediente sentados em banco sem nenhuma produtividade, agora poderão desenvolver suas funções para as quais foram empregados.

O prefeito Maurício Caetano  após uma conversa os encaminhou para assumirem de fato suas respectivas funções, acabando com a prática do ‘banco’.

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LEIA TAMBÉM – VICE-PREFEITO HOLDERLIN SILVA RECEBE AMIGAS NA ÁREA DE SAÚDE.

AGENDA IVO Vice-prefeito Holderlin Silva (PTN) recebeu na tarde de ontem(16) uma equipe de amigas ligadas a área de Saúde, na oportunidade foi discutidos vários assuntos inclusive sobre o trabalho de acupuntura.

 

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PM’s da reserva ‘marcheee’

RN vai contratar agentes e convocar PMs da reserva para 'debelar' crise

Medidas foram anunciadas nesta terça-feira (17). Rebelião em Alcaçuz deixou 26 mortos; presos continuam amotinados.

Alcaçuz PM’s da reserva ‘marcheee’

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

O governo do Rio Grande do Norte anunciou a tomada de medidas emergenciais para pôr fim à crise no sistema prisional. No final de semana, 26 pessoas morreram durante uma rebelião na Penitenciária de Alcaçuz. Os presos continuam amotinados no local. As medidas foram definidos em reunião realizada na manhã desta terça-feira (17), no Gabinete Civil.

Entre as ações anunciadas estão a contratação de 700 agentes penitenciários temporários; a construção de obstáculo separando os pavilhões 4 e 5 dos demais; a aplicação de brita e asfalto no perímetro externo da penitenciária; e o encaminhamento do anteprojeto de lei para convocação de reservistas da Polícia Militar para o serviço ativo.

Foram designados para executar as medidas emergenciais as secretarias de Segurança, Justiça, Administração, Infraestrutura, Procuradoria Geral do Estado, Consultoria Geral do Estado, Departamento de Estradas e Rodagem, Polícia Militar e Gabinete Civil.

Equipe do Ministério Público

O Ministério Público designou quatro bacharéis para atuar na crise do sistema prisional do estado, especialmente em relação à rebelião em Alcaçuz. A equipe deve investigar crimes, faltas disciplinares dos presos e casos de improbidade administrativa de agentes públicos, além de promover políticas públicas.
Os promotores designados são Danielli Christine de Oliveira, Antônio Carlos Lorenzetti, Vítor Emanuel de Medeiros e Hellen de Macêdo. O MP determinou que a equipe terá “todo o apoio necessário” do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), dos Centros de Apoio Operacional das Promotorias (Caop) Criminal e Patrimônio e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Rebelião
No último fim de semana os presos de Alcaçuz se rebelaram. 26 pessoas foram mortas. Destas, 15 foram decapitadas. A rebelião foi controlada na manhã de domingo (15).

Na manhã desta terça, presos voltaram a se rebelar. Com barricadas, os presos do Sindicato se posicionaram diante do pavilhão onde estão os detentos do PCC.

Havia um muro que isolava das demais áreas o pavilhão 5, derrubado durante a rebelião no final de semana. Desde então, policiais em guaritas tentam evitar o confronto entre as duas facções, por meio de munições não-letais, afirmou Virgolino. Entre elas estão balas de borracha.

O governo do Rio Grande do Norte pediu ajuda ao governo federal para retomar o controle do presídio. Virgolino disse nesta terça esperar fazer até sexta a recontagem dos presos no local, o que exige isolar os detentos nos seus respectivos pavilhões.

Pela manhã, o governo federal anunciou ter colocado à disposição as Forças Armadas para fazer inspeções dentro dos presídios.

Em Alcaçuz não há grades nas celas desde uma rebelião em 2015; os presos circulam livremente pela prisão - agentes penitenciários se limitam a ficar próximos à portaria.

 

Fonte de informações e imagem – http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte  ReproduçãoR9NOTICIA

LAMENTÁVEL!!

Governo não promete indenização para famílias de mortos em rebelião

Procurador geral do RN declarou que STF não tem posição definida. Vinte e seis detentos morreram na rebelião da Penitenciária de Alcaçuz.

Alcaçuz famílias querem indenizações

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

O procurador geral do Rio Grande do Norte, Francisco Wilkie, não garante que as famílias dos presidiários que morreram na rebelião que aconteceu na Penitenciária Estadual de Alcaçuz no sábado (14) e deixou 26 mortos receberão indenização.

Em nota, o procurador geral afirmou que a posição do Superior Tribunal de Justiça é de que a responsabilidade do Estado é objetiva, mas o Supremo Tribunal Federal, cuja decisão valeria para todo o país, ainda não teria uma posição definida.

“É importante deixar claro que, aqui no RN, não foi falado em direito absoluto, nem em prazo, nem em valor”, concluiu o procurador geral.

Antes de cuidar das indenizações, o governo avaliará as causas e consequências da rebelião, declarou Francisco Wilkie. “Temos que saber, além dos números de óbitos, o número total de feridos, avaliando cada caso separadamente”, explicou.

Rebelião
Segundo o secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Wallber Virgolino, a rebelião em Alcaçuz começou na tarde do sábado logo após o horário de visita. O secretário disse que os presos do pavilhão 5, que abriga integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), usando armas brancas, quebraram parte de um muro e invadiram o pavilhão 4, onde há presos que integram o Sindicato do Crime, facção criminosa rival do PCC. A rebelião foi controlada na manhã de domingo (15). Ainda de acordo com Virgolino, todos os 26 mortos são do Sindicato.

Na segunda-feira, os presos amanheceram em cima dos telhados dos pavilhões com paus, pedras e facas nas mãos, além de bandeiras com as siglas de facções criminosas. A Sejuc nega que a rebelião tenha sido retomada, mas diz que a situação é tensa dentro da unidade. Por volta das 11h50 a Polícia Militar entrou na área dos pavilhões e os detentos desceram dos telhados.

Além dos 26 mortos, o governo do estado confirmou que existe a suspeita de que haja mais corpos dentro da unidade e que o Corpo de Bombeiros fará a busca dentro da fossa. Um carro da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) chegou ao local por volta das 11h para esvaziar a fossa.

Rebeliões e fugas

A última rebelião em Alcaçuz foi registrada em novembro de 2015. Houve quebra-quebra após a descoberta de um túnel escavado a partir do pavilhão 2. “Assim que acabou a visita social, por volta das 15h, os presos se amotinaram”, disse o secretário de Justiça da época, Cristiano Feitosa.

Mais de 100 presos conseguiram escapar do presídio no ano passado, em 14 fugas. A maioria deixou o presídio por meio de túneis escavados a partir dos pavilhões ou por buracos abertos no pé do muro, sempre sob uma guarita desativada ou sem vigilância.

Calamidade pública

O sistema penitenciário potiguar entrou em calamidade pública no mesmo mês, em março de 2015. Na ocasião, foram gastos mais de R$ 7 milhões para recuperar 14 presídios depredados durante motins, mas as melhorias foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelo sistema prisional do estado, o Rio Grande do Norte possui 33 unidades prisionais, que oferecem 3,5 mil vagas, mas a população carcerária é de 8 mil presos - ou seja, o déficit é de 4,5 mil vagas.

Acre e Amazonas

Na quinta-feira (12), presos apontados pelos setores de inteligência do Acre e do Amazonas como líderes de facções criminosas chegaram à penitenciária federal de Mossoró, na região oeste do Rio Grande do Norte. Ao todo, foram 19 detentos que foram trazidos em uma operação especial para o presídio potiguar - 14 do Acre e 5 do Amazonas.

 

Fonte de informações e imagem – http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte  ReproduçãoR9NOTICIA

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Depósito de gás dois irmãos Ultragaz – Prestam contas a sua clientela do projeto ‘Natal sem fome’ com distribuição de cestas básicas

Campanha ‘Natal sem fome’ Ultragaz JC

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

O DEPÓSITO DE GÁS E ÁGUA DOIS IRMÃOS, representante autorizado e exclusivo da ULTRAGAZ ‘Especialista no que faz’, em João Câmara/RN,  presta contas a sua clientela da ‘CAMPANHA NATAL SEM FOME’, foram dois meses de campanha, onde todo o botijão de Gás que era comprado no DEPOSITO DE GÁS E ÁGUA DOIS IRMÃOSuma porcentagem era utilizada para adquirir cestas básicas, que foram distribuídas á famílias carentes em diversos bairros da nossa cidade. Confira ás imagens desta ação solidária, da equipe do DEPOSITO DE GÁS E ÁGUA DOIS IRMÃOS.

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Fonte de informações e imagem – R9NOTICIA

LAMENTÁVEL!!

ATENÇÃO!! Acompanhe novos confrontos na maior penitenciária do RN

Nova rebelião em Alcaçuz hoje (17)

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

REBELIÃO EM ALCAÇUZ I – Presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, entraram em confronto na manhã desta terça-feira (17). A informação foi confirmada pelo Comando da Guarda da unidade prisional. Os presos dos pavilhões 1, 2, 3 e 4 tentam invadir o pavilhão 5. Eles estão com paus, pedras e facas. A PM tenta conter a situação com bombas de efeito moral e tiros de arma não letal. “A situação é muito tensa”, disse o major Wellington Camilo, do Comando da Guarda Penitenciária.

A Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) disse que a situação é tensa, mas que não pode confirmar uma nova rebelião.

Fonte de informações e imagem – Via g1/rn– Reprodução R9NOTICIA

Presos montam barreira para tentar impedir avanço de PMs em Alcaçuz

REBELIÃO EM ALCAÇUZ II– Detentos de Alcaçuz, que voltaram a realizar um motim na manhã desta, montaram barreiras com pedaços de madeira, ferro e telhas para tentar impedir o avanço da Polícia Militar dentro do presídio. Além disso, os presos estão armados com pedras, pau e facas artesanais feitas com ferro.

Desde o final da manhã, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) foi deslocado para Alcaçuz para retomar o controle da unidade, haja vista que os presos estão todos soltos nos pavilhões e acabaram subindo para os telhados de alguns desses pavilhões.

A Polícia Militar e os agentes penitenciários esperam controlar a situação para então fazer uma contagem completa dos presos e estabelecer se houve fugas ou se há mais mortos em outras áreas ainda não localizadas.

Inclusive, um carro da Caern foi deslocado para Alcaçuz para esvaziar uma fossa, onde possivelmente foram jogados corpos, de acordo com informações dos próprios detentos.

Fonte de informações e imagem – Via portal bo – Reprodução R9NOTICIA

‘Sociedade tem de entender que vai haver confronto’, diz secretário sobre crise carcerária

Responsável por administrar o sistema penitenciário potiguar, o secretário também pediu apoio para possíveis ações repressivas das forças policiais. “A polícia, hoje, tem receio de entrar durante a noite (no presídio), tem receio de dar um tiro num preso desse e depois ser culpada”, afirmou Virgolino. “Existem dois lados nessa guerra: o bem e o mal. Ou você fica do lado Estado ou você fica do lado do bandido.”

A guerra entre facções motivou a rebelião na Penitenciária de Alcaçuz?

Existe uma facção em nível nacional que quer dominar o Brasil, mas o Estado desconsidera sua existência. Não é o Estado do Rio Grande do Norte, é o Estado brasileiro. Não combate como tem de ser combatido. Ele (o PCC) vem crescendo e as facções locais tentam impedir, até por questão de sobrevivência física e financeira. Esses confrontos estão acontecendo. No Rio Grande do Norte, são 32 penitenciárias, apenas ela se rebelou. Estamos voltando os esforços para essa unidade, para voltar a paz e estabelecer a ordem. Demonstrar aos apenados que, aqui, não iremos admitir esse tipo de insurgência, de intimidação. O Estado é quem tem de olhar o bandido de cima para baixo.

O RN está preparado para lidar com a crise de segurança, caso extrapole os muros dos presídios?

O Estado tem de estar preparado. Esse confronto é inevitável em qualquer lugar do Brasil. O crime organizado vem se estruturando e o Estado não vem se organizando para frear. Existem vários entraves que seguram a ação da polícia. Hoje, a polícia é amordaçada e o criminoso tem mais direito do que obrigação. O criminoso no Brasil tem de começar a ser tratado como criminoso. Temos de agir de forma rápida. Nós estamos chegando ao que a Colômbia foi nos anos 1990, com uma diferença grave: lá na Colômbia havia o (narcotraficante) Pablo Escobar, aqui no Brasil nós temos mais de 50. A sociedade tem de entender que vai haver confronto. E o Estado tem de sair vitorioso.

O que provocou o motim no Presídio Professor Raimundo Nonato Fernandes?

Aquele cenário que ocorreu no Norte (massacres no Amazonas e Roraima) não tem ligação direta com o que aconteceu no Rio Grande do Norte, mas estimulou. Quando acontece isso, a tendência é os presos ficarem mais “folgados”. Com “folgados”, quero dizer “mais donos da razão”. Fizemos uma operação, hoje (segunda), às 5 horas, na Cadeia Pública de Natal. Os presos não quiseram ir a para quadra, como exige o procedimento, e tentaram atirar pedras no Grupo de Operações Especiais. O grupo revidou, controlou e moralizou. Corre o risco dos demais presos de outras unidades acharem que podem tudo e querer confrontar o Estado. Por isso, o Estado tem de agir de forma enérgica, mas, quando se age de forma enérgica, sempre aparece alguém para dizer que errou, que cometeu excesso, que (a ação) foi desastrosa. Não se trabalha assim.

O Estado vai pedir mais reforço da Força Nacional?

Eu estou extremamente feliz com a atuação do ministro Alexandre de Moraes (da Justiça e Cidadania). Eu o conheci pessoalmente em São Paulo, mas já o conhecia nas cátedras porque sempre estudei pelos livros dele. Ele demonstra que tem total conhecimento do assunto e que tem humildade para escutar os secretários. Nunca existiu isso. A Força Nacional foi feita para controlar as ruas. PM ou policial civil não vai ajudar muito dentro do sistema prisional, porque eles não são preparados para isso. Deveria se criar uma Força Integrada Penitenciária, patrocinada pelo governo federal, com agentes penitenciários, que são quem entende do sistema. Aí, resolveria o problema, porque atacaríamos com conhecimento de causa.

O senhor declarou que a operação em Alcaçuz foi um sucesso. Por quê?

Quinhentos presos invadiram um pavilhão com 200, e morreram 25 pessoas. Não morreu mais em decorrência da ação do Estado, então eu acho que agiu bem. O sistema penitenciário é sinônimo de tensão, é uma guerra que se decide por detalhe. O Estado vem ganhando, mas uma hora o presidiário vai conseguir burlar a fiscalização e fazer o que fizeram. É inevitável. Isso não é culpa do secretário ou do agente penitenciário. É culpa da superlotação e da falta de estrutura dos presídios. E não é de agora. Há 20 anos, o sistema penitenciário vem se esculhambando, se acabando, e ninguém faz nada. O Judiciário tem culpa nisso. O Ministério Público, o Legislativo, o Executivo tem culpa nisso. Há uma cadeia de incompetência que, se houver responsabilidade, todos têm de ser responsabilizados. Não é apenas jogar nas costas do Executivo. Vão perguntar: por que não investiu nisso ou naquilo? Ora, e por que não fiscalizaram? Por que não acabaram com a superlotação julgando os processos? Por que não fizeram leis mais duras? A gente tem de acordar e unir esforços. Apoiar a polícia, o sistema penitenciário e o Estado. Existem dois lados nessa guerra: o bem e o mal. Ou você fica do lado Estado ou do lado do bandido.

Por que a tropa de choque esperou para entrar em Alcaçuz?

A famigerada ação do Carandiru (massacre em São Paulo que terminou com 111 mortos, em 1992), que todo mundo conheceu, rechaçou o trabalho da polícia em todo o Estado. Hoje, a polícia tem receio de entrar à noite (no presídio), tem receio de dar um tiro em um preso desse e depois ser culpada. O preso atira na polícia de (calibre) 12, de pistola, de revólver dentro do presídio. E o policial não pode sequer dar um tiro no preso. Não pode nem salvar a vida, tem de atirar de bala de borracha. E ainda tem gente que rechaça, que tenta imputar alguma culpa, algum dolo em relação a um agente que atira com bala de borracha em um preso. É sempre culpa da polícia. A gente tem de rever esses conceitos. Se não apoiar o Estado, o crime organizado vai vencer.

Após as rebeliões na região Norte, quais medidas foram adotadas para evitar conflitos semelhantes no RN?

Separamos os presos por facção, inicialmente. Todos os dias, fazemos operação de segurança para retirar material ilícito que, por ventura, tenha entrado. Também temos mapeado os líderes de facção e os transferido para presídio federal. Mas tem de considerar que não é fácil transferir. Recebo preso que comete crime federal, deveria ir para presídio federal, mas não vai. Isso abarrota mais as cadeias. Para mandar, é a maior burocracia do mundo.

Fonte de informações e imagem –Por Felipe Resk e Gustavo Lopes / Estadão – Reprodução R9NOTICIA

 

 

VAMOS ACOMPANHAR!

Após PM sair, presos ocupam telhado e trocam ameaças em presídio no RN

Governo nega rebelião, mas reconhece 'tensão'; PM manda Choque e Bope. Penitenciária foi alvo de rebelião que durou 14h e deixou 26 mortos.

Presos no telhado de Alcaçuz

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO R9NOTICIA JOÃO CÂMARA

Após a saída da Polícia Militar da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, os presos voltaram a ocupar os telhados dos pavilhões e trocar ameaças entre eles. A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) nega que a rebelião tenha sido retomada. O Bope foi acionado.

A tensão acontece após a rebelião que durou pouco mais de 14 horas, terminou na manhã de domingo (15) e deixou 26 mortos.

Os presos estão em cima dos telhados dos pavilhões com pedras e paus nas mãos e com bandeiras com as siglas de duas facções criminosas. Na Penitenciária de Alcaçuz os presos ficam soltos dentro dos pavilhões porque as grades das celas foram arrancadas em uma rebelião em 2015.

A Sejuc informou que a situação está tensa em Alcaçuz, mas que "não se configura uma nova rebelião" e que "hoje será um dia de operações na unidade com os grupos especiais da Sejuc e Sesed, além dos agentes penitenciários".

Uma revista para buscar possíveis armas estava marcada para o início da manhã desta segunda-feira (16), mas um motim no Presídio Raimundo Nonato fez com que o Grupo de Operações Especiais (GOE) se deslocasse para aquela unidade e atrasou o início da revista em Alcaçuz.

REBELIÃO NO RN

Motim em Alcaçuz durou 14 horas

 

Rebelião
A Penitenciária de Alcaçuz passou uma rebelião de mais de 14 horas que terminou na manhã deste domingo (15) e deixou 26 mortos. Essa foi a rebelião mais violenta da história do Rio Grande do Norte.

A rebelião começou com uma briga entre presos dos pavilhões 4 e 5 por volta das 17h de sábado (14). De acordo com a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, homens em um carro se aproximaram do presídio antes da rebelião e jogaram armas por sobre o muro.

Segundo o governo, a briga estava restrita aos dois pavilhões. O pavilhão 5 é o presídio Rogério Coutinho Madruga, que fica anexo a Alcaçuz. Há separação entre presos de facções criminosas entre os dois presídios.

De acordo com a Sejuc, os próprios presos desligaram a energia do local e, com isso, os bloqueadores de celulares da unidade prisional deixaram de funcionar. Durante a madrugada foram ouvidos tiros dentro da unidade prisional e muita fumaça era vista no local.

Na manhã deste domingo, policiais militares entraram na unidade prisional com veículo blindado, vans e carros para tentar acabar com rebelião. A rebelião foi controlada por volta das 7h20 com a entrada do Bope e do Choque, além do Grupo de Operações Especiais formado por agentes penitenciários.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal, e é o maior presídio do estado. A penitenciária possui capacidade para 620 detentos, mas abriga cerca de 1.150 presos, segundo a Sejuc, órgão responsável pelo sistema prisional do RN.

Fonte de informações e imagem – http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte - Reprodução R9NOTICIA

AÇÕES ADMINISTRATIVAS!

ASSEMBLÉIA – Sindicato Rural de João Câmara recebe Prefeito para discussão de pauta e toma café com trabalhadores e trabalhadoras do campo

Assembleia e café da manhã

ATUALIZADO E PRODUZIDO POR REDAÇÃO STRAF/JOÃO CÂMARA

Ocorreu na ultima quinta-feira 12/01 Na sede do Sindicato Rural de João Câmara/RN uma assembleia com o prefeito Maurício Caetano (DEM), os presidentes de assentamentos e agricultores de toda os assentamentos e e comunidades rurais de da cidade. Se fizeram presentes o Presidente do Sindicato Rural Francisco Matias (Renda), o vice-presidente José André, o Secretário de Agricultura do município João Caetano, o Secretário de Finanças Erinaldo Gomes, o presidente da FETARN Manoel Candido, Sr. Antônio Carlos Secretário adjunto da SEARA e o Sr. João Vicente coordenador de crédito fundiário, além da imprensa local.

PAUTA DISCUTIDA:

Pagamento do SEGURO SAFRA;

Pagamento de Energias do s Poços dos Assentamentos;

Corte de terras ano 2017;

UBS nos Assentamentos que ainda não tem;

Transporte para saúde;

Quadra de esportes;

Coleta de Lixo;

Construção de Colégio nos Assentamentos e comunidades que ainda não tem;

Limpeza do barreiro do Brejinho II;

Ronda Cidadã rural;

Reunião trimestral com Prefeito e presidentes.

Sobre os assuntos da pauta, o prefeito Maurício afirmou o compromisso que tem com todos os trabalhadores rurais, abriu uma discursão sobre uma pauta de solicitações da categoria e afirmou que o SEGURO SAFRA está garantido pois a contra partida por parte da prefeitura no valor aproximadamente de 41.000,00 reais já foi efetuado com sucesso e assim todos os agricultores irão receber a parcela de R$850,00 reais referente ao seguro safra.

O prefeito também autorizou o pagamento da energia de todos os poços tubulares existentes no município de João Câmara e pregou a legalidade tendo em vista que muitos poços estão em nome de terceiros e que irá legalizar para ficar em nome da prefeitura de João Câmara.

Mauricio também destacou que a prefeitura está recuperando 7(sete) tratores e que irá se necessário locar mais para atender o corte de terra de todos os agricultores.

Ficou ainda acordado que a cada três meses haverá uma reunião entre o prefeito e os agricultores para um balanço das ações do poder público.

O evento foi encerrado com um grande café da manhã para todos os agricultores e a imprensa local.

Fonte de informações e imagem – Blog STRAF/SINDICATO RURAL DE JOÃO CÃMARA Reprodução R9NOTICIA

LAMENTÁVEL!!

Rebelião mais violenta da história do RN tem 26 mortos, diz governo

Corpos foram levados a quartel da PM; identificação começa na segunda. Rebelião na Penitenciária de Alcaçuz durou cerca de 14h.

Polícia faz revistde presos (Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte)Polícia faz revista de presos (Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte)

Vinte e seis presos morreram na rebelião da Penitenciária de Alcaçuz que já é a mais violenta da história do Rio Grande do Norte. Quase todos foram decapitados. O motim começou na tarde de sábado (14) e terminou 14h depois já na manhã deste domingo (15).

Mais cedo, havia sido divulgado que 27 presos morreram, mas, segundo o governo do estado, um deles foi computado duas vezes por que alguns corpos foram esquartejados e dois foram carbonizados.

O secretário de Segurança Pública, Caio Bezerra, disse, em coletiva na noite de domingo, que haverá reforço nas guaritas e nos arredores do presídio durante a noite para evitar fugas, e que na segunda-feira será realizada uma nova revista na unidade para buscar armas brancas ou de fogo. Neste domingo foram encontradas armas de fogo artesanais, segundo ele.

O secretário de Justiça, Wallber Virgolino, disse que os líderes identificados estão isolados dentro da unidade prisional e que ele espera que na segunda seja feita a transferência de presos para outras unidades no próprio estado. O objetivo é separar duas facções: Sindicato do Crime e PCC. Ele classificou o local como "cenário de barbárie".

Ele respondeu ainda sobre boatos de que haveria mais corpos em fossas do presídio, e disse que na segunda-feira haverá uma nova busca. Virgolino afirmou não descartar a possibilidade, mas disse que não acredita que ela se confirme.

O secretário de Segurança Pública, Caio Bezerra, fala durante coletiva de imprensa sobre a rebeilão (Foto: G1/Fernanda Zauli)O secretário de Segurança Pública, Caio Bezerra, fala durante coletiva de imprensa sobre a rebeilão (Foto: G1/Fernanda Zauli)

Os corpos foram levados para o Instituto de Técnico-Científico de Polícia (Itep) para que seja feita a identificação, mas, por questões de segurança, seguiram de lá até o quartel da PM. Um caminhão frigorífico foi alugado para armazenar os corpos enquanto não acontece a liberação para os sepultamentos. Além disso, legistas do Ceará e da Paraíba foram deslocados para ajudar no trabalho de identificação. Alguns presos, além de decapitados, também foram esquartejados.

A identificação dos corpos deve acontecer a partir da manhã de segunda-feira. Nenhum dos mortos foi identificado por enquanto.Corpos foram levados para o  Instituto de Técnico-Científico de Polícia (Itep) (Foto: Emmily Virgílio/Inter TV Cabugi )Corpos foram levados para o Instituto de Técnico-Científico de Polícia (Itep) (Foto: Emmily Virgílio/Inter TV)

Nove presos que estavam com ferimentos graves foram transferidos para o Pronto-socorro Clóvis Sarinho, em Natal. De acordo com a direção do hospital, nenhum deles corre risco de morte, mas não há previsão de alta.

Em entrevista coletiva realizada na manhã deste domingo (15) o Governo do Estado informou que identificou pelo menos seis líderes da rebelião. De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), o governo vai pedir a transferências dos líderes para presídios federais. Outros detentos devem ser transferidos ainda neste domingo (15) para outras unidades prisionais do estado.

O titular da Sejuc, Wallber Virgolino, confirmou que os presos do pavilhão 5 invadiram o pavilhão 4. Segundo ele, um trabalho de contenção realizado por agentes penitenciários com o uso de bombas de efeito moral evitou a entrada dos rebelados no pavilhão 1. "Em termos de número de mortes essa é a maior rebelião da história do Rio Grande do Norte", disse.

Ainda de acordo com o secretário, a rebelião no Rio Grande do Norte não tem relação confirmada com os motins no Amazonas e em Roraima. "Não há confirmação de relação, mas com certeza as rebeliões naqueles presídios incentivaram o que aconteceu aqui", disse Virgolino.

Três equipes de delegados da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e 15 homens estão responsáveis pela perícia dos locais de crime.

A Penitenciária de Alcaçuz, segundo o governo, ficou parcialmente destruída e não há previsão para reconstrução. Ainda na tarde de sábado (14) um detento fugiu da penitenciária, mas foi recapturado em seguida.

presos, detentos, penitenciária, presídio, Alcaçuz, rn, rio grande do norte (Foto: Fred Carvalho/G1)Presos amanheceram  telhado de pavilhões (Foto: Fred Carvalho/G1)

Sobre a rebelião
A rebelião começou com uma briga entre presos dos pavilhões 4 e 5 por volta das 17h de sábado (14). De acordo com a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, homens em um carro se aproximaram do presídio antes da rebelião e jogaram armas por sobre o muro.

Segundo o governo, a briga estava restrita aos dois pavilhões. O pavilhão 5 é o presídio Rogério Coutinho Madruga, que fica anexo a Alcaçuz. Há separação entre presos de facções criminosas entre os dois presídios.

De acordo com a Sejuc, os próprios presos desligaram a energia do local e, com isso, os bloqueadores de celulares da unidade prisional deixaram de funcionar. Durante a madrugada foram ouvidos tiros dentro da unidade prisional e muita fumaça era vista no local.

penitenciária, presídio, Alcaçuz, rn, rio grande do norte, polícia militar, pm, bope, blindado (Foto: Fred Carvalho/G1)Blindado da Tropa de Choque da PM entra na Penitenciária Estadual de Alcaçuz (Foto: Fred Carvalho/G1)

Na manhã deste domingo (15) policiais militares entraram na unidade prisional com veículo blindado, vans e carros para tentar acabar com rebelião. A rebelião foi controlada por volta das 7h20 com a entrada do Bope e do Choque, além do Grupo de Operações Especiais formado por agentes penitenciários.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal, e é o maior presídio do estado. A penitenciária possui capacidade para 620 detentos, mas abriga cerca de 1.150 presos, segundo a Sejuc, órgão responsável pelo sistema prisional do RN.

Rebeliões e fugas
A última rebelião em Alcaçuz foi registrada em novembro de 2015. Houve quebra-quebra após a descoberta de um túnel escavado a partir do pavilhão 2. “Assim que acabou a visita social, por volta das 15h, os presos se amotinaram”, disse o secretário de Justiça da época, Cristiano Feitosa.

Mais de 100 presos conseguiram escapar do presídio no ano passado, em 14 fugas. A maioria deixou o presídio por meio de túneis escavados a partir dos pavilhões ou por buracos abertos no pé do muro, sempre sob uma guarita desativada ou sem vigilância.

Força Nacional
Na segunda-feira (9), o Ministério da Justiça prorrogou por mais 60 dias a presença da Força Nacional de Segurança no Rio Grande do Norte. Os policiais enviados pelo governo federal estão atuando no patrulhamento das ruas e podem atuar na segurança do perímetro externo das unidades prisionais localizadas na Grande Natal.

A Força Nacional chegou ao estado em março de 2015, durante a série de motins no sistema prisional do estado, e o prazo de apoio poderá ser novamente prorrogado, caso haja necessidade.


Calamidade pública
O sistema penitenciário potiguar entrou em calamidade pública no mesmo mês, em março de 2015. Na ocasião, foram gastos mais de R$ 7 milhões para recuperar 14 presídios depredados durante motins, mas as melhorias foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

Segundo a Secretaria de Justiça e da Cidadania (Sejuc), órgão responsável pelo sistema prisional do estado, o Rio Grande do Norte possui 33 unidades prisionais, que oferecem 3,5 mil vagas, mas a população carcerária é de 8 mil presos - ou seja, o déficit é de 4,5 mil vagas.

Acre e Amazonas
Na quinta-feira (12), presos apontados pelos setores de inteligência do Acre e do Amazonas como líderes de facções criminosas chegaram à penitenciária federal de Mossoró, na região oeste do Rio Grande do Norte. Ao todo, foram 19 detentos que foram trazidos em uma operação especial para o presídio potiguar - 14 do Acre e 5 do Amazonas.

Rebelião Alcaçuz RN - Arte (Foto: Editoria de Arte/G1)

Fonte de informações e imagem http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/ Reprodução R9NOTICIA

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